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Porquê um 
Encarregado de Proteção de
Dados Externo ?

Isento e independente

Os EPD, «sejam ou não empregados do responsável pelo tratamento, deverão estar em condições de desempenhar as suas funções e atribuições com independência»

Ao contratar um Encarregado de Proteção de Dados externo ou em regime de prestação de serviços para a sua Organização ou Empresa beneficia de:

Especialização

Com formação certificada para o desempenho das funções e exigências do cargo.

Isenção

Não entra em conflito com os cargos e funções já existentes na sua empresa ou organização.

Foco

Ao não acumular funções com atuais cargos já existentes dentro da empresa garante foco não só do DPO como dos outros cargos com funções já definidas.

Um Encarregado de Protecção de Dados externo ajuda a evitar os Conflitos de interesses relativamente a outras funções internas

De acordo com documentos disponibilizados no site da CNPD, os cargos suscetíveis de gerar conflitos no seio da organização podem incluir os cargos de gestão superiores (por exemplo, diretor executivo, diretor de operações, diretor financeiro, diretor do departamento médico, diretor de marketing, diretor dos recursos humanos ou diretor informático), mas também outras funções em níveis inferiores da estrutura organizacional, se esses cargos ou funções levarem à determinação das finalidades e dos meios de tratamento.

- Conflito de interesses, pág. 19 do doc.wp243rev01_pt disponível no site da CNPD

EVITE TRABALHOS E CUSTOS DESNECESSÁRIOS A AVALIAR E A JUSTIFICAR POSSIVEIS CONFLITOS DE INTERESSES INTERNOS

Esta implementação do Novo Regulamento de proteção de dados nas empresas e organizações, exige do DPO - Encarregado de Proteção de Dados – os conhecimentos específicos sobre o Novo Regulamento, e também, saber implementar de forma prática todos os processos de proteção de dados em conjunto com todos os responsáveis das diferentes áreas das empresas.

A interacção do DPO não será apenas externa com a CNPD, mas também interna, ao aconselhar e monitorizar as diferentes áreas da empresa que mexam com dados de terceiros.

Deste modo, saiba que quando contratar um Encarregado de Proteção de Dados, este terá também, ainda, de agir como Consultor pois será necessário saber informar, aconselhar e guiar os responsáveis das diferentes áreas da empresa a manterem-se em conformidade.

Contrate de forma simples o DPO ou Encarregado de Proteção de Dados para a sua Empresa

Ao contratar um DPO externo está a simplificar, e a seguir a recomendação da Comissão Nacional de Proteção de Dados de assegurar que não haja limitações ou confusão com os atuais cargos, estatutos, posições, ou postos de trabalho dos funcionários já existentes .

A melhor relação qualidade / preço para a sua Organização
  • Produtividade - Pague apenas pelo desempenho das funções do cargo que a sua Organização/Empresa necessita. Faça as contas ao custo real de um funcionário interno e verá que, face à especialização e conhecimentos técnicos exigidos, contratar em regime de prestação de serviços para desempenho desta função é o mais benéfico e rentável e produtivo. 
  • Custos reais - Os custos com impostos diretos, indiretos e encargos sociais (Seg. Social, Sub. Férias, Sub. Natal, Sub. Refeição, Seguros, IRS, Etc) são por conta do consultor externo. Outros custos complementares necessários para o bom desempenho do cargo, tais como deslocações a formações obrigatórias ou de atualização de conhecimentos, comunicações, transportes, relacionadas com o bom desempenho da função também ficam a cargo do seu EPD externo.

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